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CSI New York Knicks: o caso do jovem que abalou uma equipe reestruturada

6 de junho de 2021

(por Diego Dias)
 

A instituição fora remodelada. O conceituado "investigador" Leon Rose assumiu a tarefa de conduzir o processo de mudanças na organização New York Knicks, que estava desgastada em meio às constantes administrações que, ao longo deste início de século, mancharam a imagem da instituição Knicks. A opinião pública fazia seu papel de denegrir o nome da franquia, mas com certa razão.

Rose trouxe o "detetive" Tom Thibodeau para comandar a "divisão de basquete" da organização Knicks. Thibs devolveu a confiança da equipe com uma filosofia de priorizar a defesa, uma das "seções" mais defasadas dos Knicks. Com a chegada dos "agentes" de confiança Taj Gibson e Derrick Rose, que trabalharam com Thibodeau nas "unidades" de Chicago e Minnesota, a ocorrência de derrotas e humilhações diminuíram drasticamente na cidade em atuação conjunta com o "agente segundanista" RJ Barrett e o "agente All-Star" Julius Randle (que foi premiado com a "medalha" de Jogador que Mais Evoluiu na temporada).

A população Knickerbocker dormia tranquila graças ao bom desempenho de 41 vitórias e 31 derrotas e a volta aos playoffs depois de oito temporadas. Como forma de homenagear os serviços prestados, mais de 15 mil vozes ecoaram no Madison Square Garden durante os playoffs. Mas, a paz acabou interrompida com o chegada de um jovem, que colocou um fim na tranquilidade que reinava nos Knicks: Trae Young, que veio de Atlanta querendo a vingança depois de "sofrer bullying" por seu medo de aves e seu cabelo (ou falta dele). Em cinco noites, Trae aterrorizou a "divisão defensiva" dos Knicks, sem se intimidar com os "apelos" dos torcedores. Um deles ainda cometeu um "atentado" ao cuspir no inimigo público número 1 de Nova Iorque, sendo depois privado da liberdade de assistir os jogos na Arena Mais Famosa do Mundo.

Uma das principais "vítimas" do "criminoso" Young foi Randle, que não foi nem sombra daquele que liderou os Knicks em várias partidas e foi selecionado para o Jogo das Estrelas. Mesmo contando com a "cobertura" do "agente veterano" Rose, que evitou um terror maior no jogo 2 da série, os Knicks e toda a "população" Knickerbocker viram a temporada se encerrar depois de cinco noites na primeira rodada dos playoffs.

Young, se sentindo com o dever cumprido, ainda "saudou" os torcedores nova-iorquinos antes de "empreender fuga" para Philadelphia juntamente com seu "comparsa" Clint Capela, acusado de "ameaçar colocar os Knicks em férias", o que acabou se consumando. Quanto ao "departamento" New York Knicks, resta esperar pela próxima temporada, mas com a sensação de respeito recuperado e a confiança de toda a população Knickerbocker em Thibodeau, Randle, Barrett e toda a equipe chefiada por Leon Rose.

E quem sabe chega algum "agente livre" ou algum "policial" vindo de outras "unidades" como Portland, Washington ou Indiana para reforçar os Knicks na próxima offseason? É esperar pra ver.