February 19, 2020

Utah vence os Rockets no último segundo, Celtics derrotam OKC em jogaço, Blazers em recuperação e mais

(por Natassjia Bouchard e Eduardo Schachnik)

 

Confira tudo sobre a rodada deste domingo da NBA:

 

Utah Jazz 114 @ 113 Houston Rockets

Existe o “small ball” e existe o que Houston tem feito desde a trade deadline quando trocou Clint Capela. Os Rockets jogam no ataque com cinco jogadores abertos no perímetro, isolando seus jogadores no um contra um e na defesa revezam entre marcação individual e em zona para compensar a menor estatura.

Quem mais se beneficiou com esse esquema certamente foi Russell Westbrook. Com a diminuição da ocupação do garrafão alheio e sendo marcado por adversários maiores, o armador agora tem mais espaço para explorar infiltrações, ocasião em que leva muita vantagem pela explosão e habilidade.

Foi assim que Houston comandou a maior parte do jogo e encaminhava mais uma vitória sob o novo projeto de D’Antoni. No decorrer da partida o Jazz teve trabalho para se adaptar ao estilo adversário, não conseguia posicionar Gobert para receber bolas no garrafão e usar seu tamanho, muito em razão do esforço coletivo de Houston na defesa. Mas, com o tempo, Utah passou a explorar a fraqueza da zona contra arremessos de 3 pontos, bem como espelhou o “small ball” em algumas oportunidades e o time rendeu bem, nunca deixando os mandantes escaparem do alcance.

O Jazz passou à frente no placar no início do último quarto, usando uma formação mais baixa e aproveitando o ótimo momento de Jordan Clarkson no ataque e Royce O’Neale na defesa. As equipes se revezaram na liderança e Utah era levemente superior. Os visitantes passaram a dobrar na marcação do barba e Houston não conseguia mais isolar Westbrook como no começo do jogo. A marcação flutuante que Gobert realizou impedia as infiltrações de West enquanto “pagava” seu arremesso de longa distância, o que se mostrou uma tática interessante para outras equipes observarem.

Nesse cenário, o final do jogo foi alucinante. Primeiro Robert Covington se mostrou uma adição essencial para Houston nesse meio de temporada: o ala converteu uma bola de 3 logo após Donovan Mitchell forçar um ataque e assim os Rockets passaram à frente com 28 segundos para o fim (110×109). No ataque seguinte Mitchell foi para linha de lance livre e converteu as duas tentativas para recolocar o Jazz no comando da partida com 15 segundos no relógio.

Os Rockets então partiram para o que imaginavam ser a última posse do confronto. A bola passou por todos os jogadores do time até que Westbrook infiltrou contra Gobert e passou a bola pelo fundo da quadra em direção a P.J. Tucker livre de marcação. O “big man” dos Rockets homenageou a mascote do time (clutch), aniversariante da noite, com um arremesso de 3 certeiro da zona morta que resultou na virada do time texano: 113×111.

Já seria um final suficientemente épico, mas um certo croata tinha outros planos. O arremesso de Tucker aconteceu um segundo e meio mais cedo do que o ideal, assim restou ao Jazz uma posse de bola. Bojan Bogdanovic recebeu a reposição e em um só movimento arremessou para 3, marcado por 2, com 1 segundo no cronômetro. Bingo! Vitória do Jazz.

O ursinho clutch não ficou feliz dessa vez, mas a torcida de Utah sim. Essa virada impressionante no último segundo garantiu que o time não fosse ultrapassado pelos Rockets, mantendo assim o 4º lugar no oeste.

Westbrook foi o melhor jogador da partida com 39 pontos, Harden fez um triplo-duplo que quase passou despercebido com 28 pontos, 10 rebotes e 10 assistências, porém, outra vez teve péssimo aproveitamento do perímetro: 2/13. Robert Covington terminou com 14 pontos em mais uma boa atuação.

Pelo Jazz, Jordan Clarkson foi o cestinha saindo do banco com 30 pontos em 29 minutos. Donovan Mitchell anotou 24 pontos, cresceu no último período, mas também forçou algumas bolas que poderiam ter dado uma vitória mais folgada ao time. Mike Conley fez 20 pontos e Gobert, mesmo discreto, fez um duplo-duplo com 12 pontos e 15 rebotes. Bogdanovic marcou apenas 8 pontos na partida, mas os 3 últimos valeram a vitória.

Na sequência os Rockets recebem os Celtics nesta terça e o Jazz continua o passeio pelo Texas indo até Dallas onde encara os Mavericks na segunda.

 

Boston Celtics 112 @ 111 Oklahoma City Thunder

 

 

Começando os jogos dessa terça feira, Celtics encontram com Thunder, em Cheasapeake Arena.

Após um primeiro tempo calibrado, o time da casa vinha com a vantagem por apenas 9 pontos. Porém, depois do primeiro tempo, OKC perde o controle da partida e permite que faltando menos de três minutos para o final da partida Boston Celtics abra uma vantagem de sete pontos. Mesmo o rendimento da equipe tendo diminuído após o halftime, o jogo continuava em aberto.

Kemba Walker chamou a responsabilidade e, no final da partida, mostrou por que é 4 vezes All-Star, arremessando duas bolas certeiras de três. A distância no placar continuava a aumentar e por isso OKC tinha que começar a ter um ataque mais agressivo, mas para que isso acontecesse, a defesa tinha que melhorar, pois o tempo já estava no final. Chris Paul entendeu o recado, aumentando o nível e dando ao seu time um último gás.

Schroder converteu uma cesta decisiva dentro do garrafão adversário, faltando menos de um minuto para o final da partida. Diminuindo a desvantagem para apenas 4 pontos. O guard, que já havia perdido muitas tentativas (8-21), recuperou a confiança e partiu pra dentro, porém, foi surpreendido e bloqueado pelo pivô do Celtics. CP3, sabendo lidar com a pressão, depois de uma boa defesa do seu time, consegue infiltrar e trazer mais dois pontos para sua equipe.

O final da partida se aproximava e os Celtics ainda tinha a vantagem de três pontos. Depois de um toco de Schroder em Hayward o jogo se tornou um confronto de uma bola.

Em sua última chance de vitória, Shai conduziu a bola ao ataque e se deparou com Smart (um dos melhores defensores da liga), que roubou a bola e sofreu a falta. Smart errou um lance e acertou outro.

Faltando 9 segundos, a diferença era de 4 pontos, CP3 na última bola acertou o arremesso de 3 pontos para terminar a partida. O duelo termina com um ponto de vantagem para a equipe visitante.

Destaques Boston:

Kemba Walker 27 pts, 4 rebotes

Jayson Tatum: 26 pts e 11 rebotes

Jaylen Brown 17 pts

Destaques OKC:

Danilo Gallinari 24 pts 5 rebotes

Chris Paul 22 pts, 5 rebotes 5 assistencias

Shai Gildeous- Alexander 24 pts, 6 rebotes

 

New York Knicks 135 @ 140 Atlanta Hawks (2 OT)

O jogo em que não foi apostado mais de dois dólares, foi sem dúvidas, um dos melhores da noite. Ambos da conferência leste, Knicks se encontram na 12ª posição, enquanto Hawks estão na 14ª.

Um jogo de idas e vindas, extremamente parelho até o último quarto, onde os Hawks chegam a sua maior vantagem no placar: 16 pontos. Para uma melhor compreensão, os placares dos quartos foram: NYK 31 @ 20 ATL | 32 @ 41 | 20 @ 33 | 33 @ 22.

Porém, os Knicks liderados por Julius Randle, não se deram por vencidos e com uma run de 23-9 nos últimos 9 minutos de jogo, forçaram o OT.

Os Hawks ainda tinham chances de vencer a partida no último segundo, porém, a bandeja frontal de Trae Young chorou e não caiu.

E como se não bastasse similaridade entre os pontos durante os dois primeiros períodos, o primeiro overtime terminou também igual em quantidade de pontos para ambos times (10).

Indo a à segunda prorrogação da noite, Atlanta converteu uma run de 9-1, trazendo-lhes a vitória.

Noite excepcional de Young, que mesmo tendo errado o game winner, mostrou porque é um All- Star.

Destaques Hawks:

Trae Young 48 pontos, 13 rebotes(43.3% FG%)

John Collins 32 pontos, 16 rebotes (63%)

De’Andre Hunter 19 pts 9 rebotes e 5 roubos de bola

Destaques Knicks:

Julius Randle 35 pontos, 18 rebotes

Reggie Bullock 21 pontos, 4 rebotes

Mitchell Robinson 15 pontos, 11 rebotes

 

Chicago Bulls 111 @ 118 Philadelphia 76ers

O Chicago Bulls, que ainda procura uma maneira de entrar na lista dois oito colocados que irão aos playoffs, enfrentou o Philadelphia 76ers, que se encontra atualmente no 5º lugar da conferência.

O turco Furkan Korkmaz começou a partida muito bem para a equipe de Philadelphia, arremessando bolas de três certeiras. Entretanto, para a equipe visitante, Zach Lavine estava um pouco apagado ainda.

O primeiro quarto terminou com 13 pontos de diferença no placar, dando a vantagem para os Sixers. O Chicago Bulls voltou ao segundo quarto melhor e começou a seguir o ritmo da equipe anfitriã, fazendo 14 – 7 run nos 5 minutos do segundo quarto. Esse ritmo fez com que a vantagem começasse a cair.

A transição do ataque de Filadélfia, deu liberdade a Korkmaz, que vindo do banco, já no primeiro quarto, anotou 17 pontos.

Após o halftime, um ótimo trabalho técnico fez com que a defesa de Chicago se organizasse e voltasse muito melhor dos 10 minutos de intervalo. Os Bulls chegaram a empatar e virar a partida diversas vezes no terceiro quarto, mas esse ritmo pesado na defesa, somado com um ótimo jogo estratégico pela parte de Joel Embiid, fez o pivô brasileiro Cristiano Felicio ficar com 5 faltas já no terceiro período. Em seu lugar, entrou o titular Kornet, que mesmo em uma ótima noite (possuindo mais de 70% nos arremessos), estourou em faltas, dado também o ótimo trabalho de Embiid.

Os 76ers possuem a melhor campanha em casa, com 24 vitórias e duas derrotas. Já os Bulls estão com 4 derrotas seguidas.

Destaques Bulls:

Zach Lavine: 32 pontos e 8 assistências

Luke Kornet: 25 pontos

Cristiano Felicio: 13 pontos e 7 rebotes

Destaques Sixers:

Furkan Korkmaz: 31 pontos, 5 rebotes

Joel Embiid: 28 pontos, 12 rebotes, 5 assistências, 3 roubos de bola e 4 tocos

Ben Simmons: 19 pontos, 10 rebotes, 10 assistências e 4 roubos de bola.

Al Horford ficou zerado em pontos, com 7 rebotes em 30 minutos.

 

Memphis Grizzlies 106 @ 99 Washington Wizards

Memphis fez um primeiro quarto horrível perdendo por 18×30, contudo, Washington fez um último período ainda pior, com apenas 4/26 arremessos convertidos, e assim entregou a vitória para os Grizzlies, que contaram com o primeiro triplo-duplo da recente carreira de Ja Morant.

O jovem time de Memphis abraçou o título de patinho feio, do time em que ninguém acredita, e assim vem provando sua força noite após noite, compensando na raça qualquer inferioridade técnica.

Os dois times deram um show de horror nos arremessos de 3: 21% de aproveitamento dos Wizards contra 15% de Memphis. Mas, nos arremessos de quadra em geral, Washington teve apenas 35% de aproveitamento. Já os Grizzlies foram superiores com 42%. Com tantos arremessos errados a quantidade de rebotes foi grande e Memphis venceu essa batalha com folga: 62×50.

Os donos da casa lideraram desde o intervalo até 5 minutos para o fim do jogo, quando os Grizzlies tomaram a dianteira com dois lances livres de Ja Morant. O calouro em tão pouco tempo já se tornou o líder da franquia e nessa noite, mais uma vez, atuou como veterano. Ele participou de todos os pontos da equipe nos cinco minutos finais e converteu uma bola de 3, a 44 segundos do fim, que selou a vitória de Memphis ao ampliar a vantagem para 9 pontos (105×96).

Memphis não utilizou qualquer jogador adquirido na janela de trocas: Dion Waiters foi dispensado e Justise Winslow sofre com uma lesão nas costas, já os pivôs Jordan Bell e Gorgui Dieng estavam disponíveis, mas por opção do técnico ficaram de fora dessa partida. A equipe foi carregada por Morant e seus 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. Jaren Jackson Jr. fez 14 pontos e pegou 11 rebotes e Jonas Valanciunas compensou os parcos 8 pontos com 18 rebotes.

Bradley Beal, como sempre, foi o destaque dos Wizards. Beal terminou a partida com 26 pontos, mas um péssimo aproveitamento de 1/6 da linha de 3. Rui Hachimura segue fazendo uma campanha sólida em seu primeiro ano e anotou seu terceiro duplo-duplo da carreira com 12 pontos e 11 rebotes. Moe Wagner contribuiu saindo do banco com 19 pontos e 9 rebotes.

Memphis, que para surpresa de todos ocupa a última vaga dos playoffs na forte conferência oeste, na quarta-feira defenderá essa colocação contra os perseguidores de Portland. Por sua vez, os Wizards, 9º colocados no leste, jogam novamente diante de sua torcida, dessa vez contra os Bulls (10º lugar) na terça.

 

Miami Heat 109 @ 115 Portland Trail Blazers

 

 

O calor pode até ser de Miami, mas quem está pegando fogo é Lillard e os Trail Blazers. O time do Oregon se aproveitou dos desfalques do visitante e venceu a partida sem sofrer sustos, embora tenha havido disputa até o fim.

O jogo foi equilibrado na maior parte do tempo, os mandantes conseguiram abrir a maior vantagem no fim do 3º período, quando pularam 10 pontos na frente dos oponentes. O Heat não se deixou ficar para trás e voltou a encostar no placar, chegando a estar 3 pontos atrás com menos de 1 minuto por jogar. No entanto, Lillard não tinha intenção de entregar a vitória e com uma bandeja a 25 segundos do fim assegurou que Portland não fosse ultrapassado.

Damian Lillard, que chegou ao jogo com média de 41 pontos nas últimas 10 partidas, precisou de “apenas” 33 pontos para garantir a vitória. O armador, jogador mais quente da NBA no momento, acertou 6/15 do perímetro e ainda distribuiu 8 assistências. Gary Trent Jr. tem sido uma grata surpresa nesse ressurgimento dos Blazers dentro da temporada. Nesse domingo, o jovem marcou 24 pontos com 5 acertos em 7 arremessos de 3 tentados, além de ajudar na defesa com 4 roubos de bola. Hassan Whiteside mais uma vez jogou bem contra seu ex-time: o pivô anotou 11 pontos, pegou 17 rebotes e deu 4 tocos. Trevor Ariza fez 21 pontos, Carmelo Anthony 15 e C.J McCollum teve atuação discreta com 13 pontos.

O Heat, por sua vez, sofreu com as ausências de seu líder Jimmy Butler (ombro), do ótimo calouro Tyler Herro (pé) e do pivô Meyers Leonard (tornozelo). Coube a Goran Dragic reviver seus tempos de estrela da franquia: o armador terminou o jogo com 27 pontos e 7 assistências. Bam Adebayo, às vésperas de jogar seu primeiro All-Star Game, jogou como de costume anotando 13 pontos, pegando 12 rebotes e dando 3 tocos. Duncan Robinson novamente ajudou muito no ataque, dessa vez com 19 pontos.

De qualquer forma, o grande destaque pelo lado de Miami foi a estreia de seus reforços adquiridos na janela de trocas: Andre Iguodala e Jae Crowder. Foi o menos badalado Crowder que fez a melhor partida com 18 pontos e 11 rebotes. Acontece que Crowder vinha jogando regularmente em Memphis, já seu colega de time, Iguodala, não jogava uma partida desde a temporada passada pelos Warriors.

Iggy, que se recusou a jogar por Memphis nessa temporada, rapidamente aceitou vestir a camisa do Heat e entrar em quadra. O veterano fez exatamente o que se espera dele e sacudiu a poeira com um bom esforço defensivo (1 toco e 1 roubo em 22 minutos), sem contudo cooperar no ataque (2 pontos em 3 arremessos de quadra). Nessa segunda, o ala de 36 anos já tem reencontro marcado com a torcida que ele fez muito feliz com 3 títulos, uma vez que o Heat segue sua viagem pela costa oeste até Oakland, onde encara os Warriors.

Os Blazers acordaram tarde na temporada, mas já estão a apenas 2 jogos e meio da última vaga para os playoffs e seguem embalados até New Orleans onde encaram os Pelicans na terça-feira.

 

Los Angeles Clippers 133 @ 92 Cleveland Cavaliers

O que acontece quando o possível melhor time da NBA enfrenta o provável pior time? Um massacre, não importa onde seja o jogo. Nesse domingo foi ainda pior, os Clippers, que sequer utilizaram Kawhi Leonard e Patrick Beverly, deram aos torcedores que foram a Rocket Mortgage FieldHouse o desprazer de assistir a pior derrota em casa da história dos Cavs (41 pontos de diferença!).

O time de Los Angeles jogou com raiva vindo de uma derrota humilhante para os Wolves no sábado e os Cavaliers deram azar de estar no caminho. No fim do primeiro quarto a diferença já era de 15 pontos, no intervalo 23, no 3º período 34 e o jogo prosseguiu por mera formalidade. Cleveland aproveitou sofríveis 36% dos arremessos de quadra e 21% das tentativas para 3 pontos, o que os levou à 12ª derrota seguida em casa.

Pobre Drummond. O pivô que foi trocado por Detroit para a “vizinha” Cleveland merecia algo melhor. Drummond amargou vários anos ruins nos Pistons e nutria esperanças de ser trocado para uma equipe melhor, infelizmente o oposto aconteceu.

Talvez não falte amor para Drummond em Ohio, pois a torcida vibrou muito com a nova aquisição nos primeiros momentos da partida, mas, com certeza, não é a equipe competitiva em que ele gostaria de estar. O jogador foi a estrela solitária da equipe com 19 pontos, 14 rebotes e 2 bolas de três convertidas, seu recorde pessoal em uma partida! Kevin Porter Jr. fez 17 pontos, Kevin Love marcou 10 pontos e pegou 9 rebotes e Tristan Thompson, que só fez 7 pontos, também matou uma bola de 3, apenas a quarta em 9 anos de carreira! Realmente parece que Cleveland tem jogado um basquetebol jurássico desde a saída do papai Lebrão.

Por outro lado, Os Clippers, que pouparam Kawhi e não contaram com Pat Beverly (virilha), são provavelmente o time mais completo da NBA. Neste domingo foram liderados por Lou Williams com 25 pontos e Paul George com 22 (5/8 para 3pts), além de Montrezl Harrell que contribuiu bem, como sempre, com 19 pontos e 9 rebotes.

Enquanto os Clippers seguem até Filadélfia para enfrentar os Sixers na terça, os Cavs recebem os Hawks nesta quarta para tentar vencer novamente em casa, o que não acontece desde 23 de Dezembro de 2019, quando derrotou exatamente o time de Atlanta.

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