April 08, 2020

Passeio dos Celtics contra os Lakers, Triple-Double’s de Ben Simmons, Westbrook e Antetokounmpo, show e career-high de Damian Lillard e muito mais no Martin Luther King Jr. Day

(por Matheus Correia e Leonardo Costa)

 

Um dia especial para a NBA e para os Estados Unidos: o Martin Luther King Jr. Day. Data para homenagear um dos maiores nomes da história moderna americana, um ministro e ativista que ficou marcado pela sua luta pelos direitos civis e combate a desigualdade racial em seu país, algo que está diretamente ligado ao basquete americano dos anos 50, 60 e 70. “We Cannot Walk Alone”, frase de MLK Jr., era a mensagem escrita na camisa de aquecimento dos jogadores nesta rodada. Diversos jogadores realizaram discursos para a torcida enfatizando o legado de “Dr. King” antes do início da partida. Uma rodada recheada de história. E também de jogos.

Confira os resultados e as análises dos jogos da rodada de Martin Luther Kings Jr. Day (20/1) pela NBA:

 

Boston Celtics 139 – 107 Los Angeles Lakers

Celtics e Lakers representam mais do que uma rivalidade na NBA. É parte da história dela. As duas equipes mais vitoriosas da liga sempre tem grandes holofotes quando se enfrentam. O confronto já era um dos principais assuntos nas redes sociais antes mesmo de começar. O lado verde do duelo vem de uma sequência negativa, mas continua sendo uma das equipes mais fortes e surpreendentes da NBA, liderada por Kemba Walker e a dupla de “garotos” Jaylen Brown e Jayson Tatum. O lado amarelo do duelo é uma das mais dominantes equipes da liga, possuindo o segundo melhor recorde no geral. Simplesmente liderada por LeBron James e Anthony Davis, os dois jogadores mais dominantes no basquete atual. Ambas as equipes com seus principais jogadores em quadra. Tudo para ser uma das partidas mais sensacionais da temporada regular de 2019-20. E foi. Mas somente para os torcedores de Boston. Haviam aqueles que apostavam em uma vitória dos Celtics, mas ninguém esperava que seria um passeio.  32 pontos de diferença no placar final. A equipe de Boston teve uma partida perfeita coletivamente; ninguém quis assumir o protagonismo, e o time inteiro jogou bem. O movimento de bola foi excelente, o ataque eficaz, a defesa consistente e a vitória enorme. Jayson Tatum terminou como cestinha, com 27 pontos e 5 rebotes. Kemba Walker conseguiu seu primeiro triunfo contra LeBron James, em 29 partidas contra o mesmo. Em quadra, anotou 20 pontos, 4 rebotes e 7 assistências. Jaylen Brown proporcionou um dos principais highlights da partida: posterizou ninguém menos que LeBron. Na partida, o destaque celta teve 20 pontos, 4 rebotes e 6 assistências. Destaque também para Enes Kanter, com 18 pontos e 11 rebotes, em uma boa atuação defensiva. Para fazer justiça aos Lakers, Anthony Davis, voltando de lesão, não estava 100%, inclusive teve seus minutos restringidos. Porém, além do fraco desempenho defensivo, a franquia de LA teve grande dificuldade em pontuar do perímetro: apenas 26% de aproveitamento nas bolas de três (7/26). LeBron foi o destaque com 15 pontos, 7 rebotes e 13 assistências. O cestinha foi JaVale McGee, com 18 pontos e 5 rebotes. Kyle Kuzma e Rajon Rondo contribuíram ambos com 13 pontos saindo do banco.

 

Brooklyn Nets 111 – 117 Philadelphia 76ers

 

 

Ben Simmons vem demonstrando nas últimas rodadas que consegue se virar muito bem sem Embiid em quadra. Nomeado recentemente como o melhor jogador da Conferência Leste da semana, o armador assumiu o protagonismo em quadra e guiou Philadelphia para a vitória contra os Nets fora de casa. Brooklyn, por outro lado, não contou com Kyrie Irving, por conta de uma lesão na coxa. A equipe conseguiu se virar bem em quadra sem seu astro (algo que já vinha fazendo ao longo da temporada), principalmente no segundo e terceiro quarto. Porém, jogaram de forma descuidada no último período, realizando muitos turnovers e tendo enorme dificuldade para atacar a cesta. Philadelphia teve um aproveitamento de apenas 35% no último quarto, e ainda sim conseguiu virar o placar e obter a vitória. Ben Simmons fez de tudo em quadra, e sua atuação foi coroada com um triple-double: 34 pontos, 12 rebotes, 12 assistências, 5 steals e 2 tocos. Al Horford também teve boa atuação com 19 pontos e 6 rebotes. Por Brooklyn, Spencer Dinwiddie foi o destaque e cestinha com 22 pontos, 5 rebotes e 7 assistências.

 

Washington Wizards 106 – 100 Detroit Pistons

A primeira partida era entre duas equipes que batalham por uma vaga nos playoffs, mas que dificilmente terminarão a temporada em uma boa colocação. Ambas a beira de um rebuild total, mas ao mesmo tempo perto da zona de classificação, Wizards e Pistons travaram um equilibrado duelo, porém, Washington contou com uma grata surpresa para conseguir superar os visitantes: Ian Mahinmi. O experiente pivô de 33 anos teve boa atuação com 21 pontos, 7 rebotes e 3 tocos, com um aproveitamento de 90% nos arremessos (9/10). Bradley Beal foi o cestinha da equipe com 29 pontos e 6 assistências. Detroit jogou através de seus dois “veteranos” em quadra: Derrick Rose e Andre Drummond. Ambos tiveram um bom início, mas simplesmente foram péssimos ofensivamente no segundo tempo. Além disso, Drummond teve uma atuação muito abaixo do esperado; apesar de ter anotado 18 pontos, 16 rebotes e 4 steals, seus 9 turnovers e sua fraca defesa no garrafão (o que provavelmente permitiu boa atuação de Mahinmi) deixaram cada vez mais clara a vontade do jogador de sair da equipe. D-Rose foi o cestinha do time com 21 pontos.

 

Atlanta Hawks 117 – 122 Toronto Raptors

Depois da partida “razoável” acima, Hawks e Raptors travaram um duelo espetacular. Um confronto muito mais caótico do que bonito, e que no fim das contas, teve a melhor equipe como vencedora. No primeiro quarto, os canadenses foram ineficientes no perímetro, mas tiveram sucesso dentro do garrafão. No segundo período, Toronto teve apenas 27% de aproveitamentos nos arremessos e viu Atlanta (com 60% de aproveitamento) assumir a liderança no fim do primeiro tempo. Na volta do intervalo, os mandantes mantiveram a superioridade e os Raptors novamente não conseguiram consistência no ataque. Porém, as coisas mudaram no último período. Os Raptors, que encontravam extrema dificuldade nos arremessos do perímetro até então, simplesmente anotaram sete bolas de três no quarto. Norman Powell, saindo do banco, converteu três arremessos de três pontos em sequência, anotando 14 de seus 27 pontos nos últimos 12 minutos de partida. Fred VanVleet também foi importante na reta final, e terminou o confronto com 20 pontos e 4 rebotes. Em Atlanta, quem assumiu a responsabilidade no último quarto foi Trae Young. Foram 18 pontos no período, insuficientes para dar a vitória a sua equipe. Entretanto sua atuação na partida foi fantástica: 42 pontos, 6 rebotes e 15 assistências.

 

Cleveland Cavaliers 86 – 106 New York Knicks

No duelo entre duas equipes da parte inferior da tabela na Conferência Leste, os Knicks venceram e quebraram a sequência de três derrotas consecutivas, ampliando a sequência de derrotas de Cleveland para cinco. A partida era equilibrada até o início do segundo tempo; a partir daí, os Cavaliers foram desastrosos no ataque e a franquia de NY fez apenas o “arroz com feijão” para conseguir a vitória. A dupla de garrafão Julius Randle (19 pontos e 9 rebotes) e Marcus Morris (19 pontos) se destacou pelos visitantes, enquanto Colin Sexton (17 pontos, 5 rebotes e 4 assistências) e Tristan Thompson (13 pontos e 22 rebotes) foram os destaques para Cleveland.

 

Milwaukee Bucks 111 – 98 Chicago Bulls

 

 

Em uma partida fácil com um resultado esperado, os Bucks mantiveram a sequência de vitórias, derrotando Chicago e ampliando-a para sete. Milwaukee não teve muitas dificuldades em quadra ao se deparar com uma defesa quase inexistente dos Bulls. Giannis Antetokounmpo continua em sua saga para conseguir o segundo troféu de MVP da liga, anotando um triple-double com 28 pontos, 14 rebotes e 10 assistências (apesar dos 8 turnovers). Khris Middleton também teve ótima atuação, com 24 pontos, 6 rebotes e 6 assistências. Por Chicago, destaque positivo para Zach LaVine (24 pontos e 5 rebotes) e negativo para o ala-pivô Lauri Markkanen; um dos melhores nomes jovens da liga nas últimas duas temporadas, que vem sendo uma tremenda decepção para os torcedores de Chicago em 2019-20. Na partida de hoje, anotou apenas 8 pontos e 8 rebotes, em um aproveitamento de 18% nos arremessos (2/11). Vale ressaltar que sua dificuldade em defender vem sendo uma de suas principais críticas.

 

Miami Heat 118 – 113 Sacramento Kings

Em uma partida equilibrada, Miami superou os Kings na prorrogação. Um confronto com diversas trocas de liderança teve duas equipes com diferentes propostas de jogo: Enquanto o Heat procurava eficiência no ataque, principalmente em jogadas de infiltração, os Kings procuravam produzir um intenso volume de jogo, buscando mais quantidade de arremessos do que focar na qualidade dos mesmos. E isso fica claro nas seguintes estatísticas: Miami teve um aproveitamento de 63% nos arremessos de dois pontos (26/41) e 51% nos arremessos de quadra, convertendo 42 de 83 tentativas. Já Sacramento converteu 44 de seus 106 arremessos produzidos (42%). No tempo regulamentar, a partida foi decidida no último segundo: Os Kings lideravam por dois pontos, e havia apenas 1.9 segundos restantes no relógio. A bola era de Miami, nas mãos de Dragic fora da quadra. Precisando colocar ela em jogo, Dragic optou por um Alley-Oop ao invés buscar alguém para o arremesso de três, e encontrou Bam Adebayo debaixo do garrafão, que completou a ponte e empatou a partida, levando-a para o tempo extra. No primeiro minuto da prorrogação, Adebayo brilhou de novo. Anotou quatro pontos em sequência, mas que logo foram rebatidos por duas bolas de três pontos de Buddy Hield. O que determinou o placar final foi a boa sequência do novato Kendrick Nunn na reta final: uma bola de três e 4 arremessos de lances-livres convertidos nos últimos dois minutos. Nunn foi o cestinha do confronto com 25 pontos, além de 7 rebotes e 6 assistências. Bam terminou a partida com 16 pontos, 11 rebotes e 5 assistências. James Johnson (22 pontos e 6 rebotes) e Goran Dragic (18 pontos e 4 assistências) também foram bem saindo do banco. Por Sacramento, Nemanja Bjelica (22 pontos e 6 rebotes), Buddy Hield (20 pontos, 7 rebotes e 7 assistências) e D’Aaron Fox (14 pontos e 8 assistências) foram os destaques.

 

Charlotte Hornets 83 x 106 Orlando Magic

Não foi dessa vez que os Hornets acabaram com sua sequência de derrotas. Contra Orlando a equipe de Charlotte perdeu pela sétima vez seguida e teve um aproveitamento pífio no ataque, ainda mais com as gratas atuações de seus principais pontuadores, DeVonte Graham e Terry Rozier, que anotaram 17 e 4 pontos cada, respectivamente.

O Magic tomou conta da partida ao conseguir uma sequência de 14-1 no princípio do último quarto, e por mais que os Hornets se aproximassem do placar, fechou o encontro com solidez.

O cestinha da partida foi Evan Fournier com 26 pontos, seguido de Nikola Vucecic com 24 pontos e 10 rebotes. Orlando teve 50% de aproveitamento nas bolas de três (14-28), seis deles de Fournier.

Já pelos Hornets, que não vencem desde 4 de janeiro, Malik Monk foi o destaque com 20 pontos.

 

Minnesota Timberwolves 100 x 107 Denver Nuggets

O menino tá esquentado as turbinas! Trata-se de Michael Porter Jr., que conseguiu seu segundo duplo-duplo em três jogos ao anotar 20 pontos e 14 rebotes, fundamental na vitória dos Nuggets sobre os Wolves.

Denver novamente jogou sem três de seus principais anotadores, Jamal Murray, Paul Milsap e Gary Harris Jr., e tampouco se importou em atuar pela segunda noite consecutiva. Mesmo com Nikola Jokic perdendo seu duelo particular contra Karl-Anthony Towns, a franquia jogou uma partida inteligente, como de costume, e saiu vitoriosa.

Towns bem que tentou com seus 28 pontos e 8 rebotes, deixando Minnesota sempre próximo no marcador. Até mesmo o reserva Josh Okogie teve boa atuação, 16 pontos, mas ambos não impediram a sexta derrota consecutiva da equipe.

Além de Porter, Jokic foi outro destaque dos Nuggets com 17 pontos e 13 rebotes, enquanto que Jerami Grant terminou com 19 pontos. Importante lembrar que Porter foi selecionado no draft de 2018, mas perdeu toda sua primeira temporada devido lesão nas costas, e aos poucos vai mostrando que a espera valeu a pena.

 

Memphis Grizzlies 116 – 126 New Orleans Pelicans                      

 

 

A rodada de Martin Luther King Day tem um significado especial na cidade de Memphis: Além de ser um lugar que há muito tempo lida com fortes problemas de racismo, foi aonde Martin Luther King foi assassinado, em 1968. Na última temporada, a edição “City” do uniforme da franquia de Memphis era justamente em homenagem à Dr. King. Em quadra, apesar de não conseguir a vitória, proporcionou um excelente confronto junto aos Pelicans. Os Grizzlies tiveram uma boa atuação, mas New Orleans teve uma noite histórica: 21 arremessos de três convertidos, o recorde da franquia. Jrue Holiday foi um dos principais protagonistas, com 36 pontos e 7 arremessos de três pontos convertidos. Brandon Ingram converteu apenas duas bolas de três, mas também teve ótima atuação com 25 pontos e 6 assistências. Os Grizzlies tiveram Dillon Brooks como destaque; o jogador anotou 31 pontos, 9 rebotes e 4 assistências. A derrota representa o fim da sequência de sete vitórias seguidas da equipe. Mesmo assim, Memphis continua na zona de classificação para os playoffs, na oitava posição.

 

Utah Jazz 118 x 88 Indiana Pacers

O equilíbrio previsto para a partida durou até o intervalo. Depois disso, Utah, que já estava melhor na partida, acionou o turbo e triturou os Pacers com boas atuações de Donovan Mitchell e Rudy Gobert. Foram 25 pontos para o ala e 20 pontos com 14 rebotes para a “torre Eiffel” de Salt Lake.

Bojan Bogdanovic contribuiu com 16 pontos, enquanto Mike Conley finalizou com 14 por Utah, que nunca esteve em desvantagem e de quebra cortou uma sequência de três derrotas consecutivas contra os Pacers

O Jazz acertou 54% de seus arremessos de quadra, além de marcar 60 pontos da área pintada e dominou nos rebotes com 53 diante de 30 dos Pacers.

Miles Turner e Aaron Holiday anotaram 12 pontos cada e foram os cestinhas de Indiana, que mesmo com a derrota pressionou o adversário a ponto de fazê-los cometer 21 turnovers, mas não soube capitalizar os erros do rival.

 

Phoenix Suns 118 x 120 San Antonio Spurs

Derrick White teve sua melhor partida na temporada, 25 pontos, e os Spurs superaram os Suns fora de casa, mesmo desperdiçando uma vantagem de 20 pontos na segunda metade.

Bryn Forbes anotou 24 pontos por San Antonio, que ganhava por 75-58 na metade do terceiro quarto e 96-83 no começo do quarto período, mas Phoenix foi valente e igualou o placar após dois lances-livres convertidos por DeAndre Ayton e tomou a liderança pela primeira vez na partida após boa jogada de Rick Rubio, com 2:55 minutos para disputar.

Forbes então respondeu com uma bola de três, terminou com oito, e com menos de 7 segundos no relógio, Rubio errou um de seus lances-livres, o que seria o do empate, e deixou em silêncio a torcida presente.

Devin Booker foi o cestinha com 37 pontos, 22 deles apenas no terceiro quarto, mas falhou a bola de três no estouro do cronômetro. Ayton terminou com 25 pontos e 12 rebotes, chegando ao quarto jogo seguido com ao menos 20 pontos e 10 rebotes.

 

Portland Trail Blazers 129 x 123 Golden State Warriors

Em Portland, os Blazers decretaram mais uma derrota dos Warriors, muito devido a espetacular atuação de 61 pontos de Damian Lillard, pontuação recorde em sua carreira e também da franquia.

Além da monstruosa pontuação, Lillard anotou uma cesta de três nos instantes finais, sacramentado o a vitória. Anotou também 10 rebotes e 6 assistências, coroando uma das atuações mais épicas da liga.

Do outro lado, o combalido Warriors foi liderado por Alec Burks, com 33 pontos, enquanto D’Angelo Russell esteve perto de marcar um triplo-duplo ao terminar com 27 pontos, 8 rebotes e 9 assistências.

O Golden State, que ainda não conta com os lesionados Stephen Curry e Klay Thompson, amarga a péssima campanha de 10 vitórias em 45 jogos, enquanto Portland rema para seguir vivo na luta por playoffs, ocupando a 10ª colocação.

 

Houston Rockets 107 – 112 Oklahoma City Thunder

 

 

Duas equipes que tiveram destaque na offseason pela troca entre Chris Paul e Russell Westbrook. Ambos reencontraram suas antigas franquias neste confronto. E, coincidentemente (ou não), ambos foram os protagonistas da partida. Houston conseguiu se manter na liderança do placar na maior parte do confronto, mesmo com atuação inconsistente de James Harden. Westbrook demonstrou grande eficiência no ataque, e os donos da casa chegaram a abrir 17 pontos de vantagem no terceiro quarto. OKC encontrou dificuldade em obter um bom volume ofensivo em quadra; criando poucos arremessos, e quando conseguia, não tinha eficiência. Porém, tiveram uma recuperação espetacular no último período. Começaram 16 pontos atrás no placar e terminaram 5 na frente. Encontrando certa facilidade para infiltrar no garrafão, uma defesa “preguiçosa” do perímetro de Houston e, principalmente, um aproveitamento terrível dos donos da casa no ataque (36%), OKC conseguiu a vitória nos últimos minutos de forma excepcional. O cestinha da equipe foi Chris Paul, que apesar de não ter anotado um ponto sequer no último quarto, terminou o confronto com 28 pontos e 8 rebotes. Outros jogadores com boas atuações foram Danilo Gallinari (25 pontos e 13 rebotes) e Dennis Schroder (23 pontos, 5 rebotes e 4 assistências). Ambos foram peças-chave no último período. Pelos Rockets, Westbrook teve excelente atuação com um TD de 32 pontos, 11 rebotes e 12 assistências. James Harden anotou 29 pontos, mas jogou abaixo do que se espera: apenas 31% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 6% (1/17) nos arremessos de três pontos.

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